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Qual Personagem de ‘All Her Fault’ Você É?

Pronto para mergulhar no drama e no mistério? Vamos descobrir qual personagem principal de All Her Fault mais se parece com você. Este não é o seu típico teste de personalidade — estamos revelando pistas, tensão e montanhas-russas emocionais deste emocionante thriller de 2025 para ver onde você se encaixa. Pense nisso como descobrir: você é o pai em busca da verdade, o detetive calmo ou alguém que atravessa essa linha moral cinza?

Bem-vindo ao questionário: Qual Personagem de All Her Fault Você É?

Sobre All Her Fault em poucas palavras:

Toda a Culpa Dela é uma minissérie de mistério e suspense repleta de reviravoltas que estreou no Peacock em novembro de 2025. A história começa quando Marissa Irvine vai buscar seu filho pequeno após um encontro de brincadeiras — apenas para descobrir que ele sumiu e ninguém parece saber onde ele está. O que se segue é uma luta tensa através de mentiras, agendas ocultas e alianças inesperadas enquanto Marissa, seu marido Peter e sua nova amiga Jenny aprofundam-se no desaparecimento e desvendam segredos familiares ao longo do caminho.

Conheça os personagens de All Her Fault

Marissa Irvine

Marissa é aquele tipo de protagonista que você imediatamente quer proteger, mas que também te empurra pra longe quando tenta demais — sabe? Determinada, cheia de culpa e com um senso de justiça meio torto, ela resolve as coisas do jeito dela e geralmente dá certo (ou quase). Tem um ar meio conturbado, guarda segredos no celular e na gaveta do meio, e às vezes compra flores só pra colocá-las numa xícara velha — sim, ela é sentimental e prática ao mesmo tempo. Ah, e curiosidade boba: vive com uma caneca de chá que às vezes é café; não pergunte, ela mesma nem lembra direito.

Jenny Kaminski

Jenny é a amiga (ou rival simpática, depende do dia) que solta a verdade sem filtro e ainda sorri quando te machuca um pouco — adoro isso nela. Leal até o fim mas com um lado ácido que aparece em momentos perfeitos, ela sabe o que quer e não tem paciência pra joguinhos, embora goste de colecionar copos estranhos (sério, uma prateleira inteira). Tem uma risada contagiante e um histórico de decisões impulsivas que sempre viram história depois, e secretamente é a pessoa que mais pensa nos outros, mesmo que finja o contrário. Ah, e ela jura que odeia música melancólica, mas tem uma playlist inteira pra noites insônias — contradições, gente.

Detective Alcaras

O Detetive Alcaras é aquele investigador cansado, com métodos clássicos e um sarcasmo seco que corta qualquer tensão — tipo, ele é só confiança às vezes. Ele tem um cérebro impecável pra montar pistas, mas também coleciona pequenos rituais estranhos (alfazema no bolso, sempre) e chora baixinho quando lembra de um caso antigo — não é só casca dura. É metódico, sabe manipular conversas como um xadrez humano, e tem uma mancha de café no paletó que ele jura nunca tirar; e, claro, ama gatos de um jeito que ninguém espera. Tem esse lado anti-herói que encanta porque, no fundo, você percebe que ele quer consertar mais do que punir.

Peter Irvine

Peter é aquele patriarca charmoso que aparece com sorriso fácil e planos maiores que a casa — às vezes é visionário, outras vezes manipulador, e é impossível separar os dois. Ele fala com calma, tem respostas pra tudo e presentes bem escolhidos (às vezes até demais), e dá para sentir que ele acha que sabe o que é melhor pra todo mundo — e, muitas vezes, até sabe. Guarda pequenas fraquezas: adora música clássica mas canta (terrivelmente) no carro, e tem uma caixa de cartas antigas que não abre, o que diz muito. É um personagem que alterna entre diretor de orquestra e vilão sutil; enfim, ambíguo na medida certa.

Milo Irvine

Milo é o irmão mais novo/enigma da família (tipo, sempre com um sorriso meio torto), artista falante e meio autodestrutivo, com um talento irritante pra aparecer nos piores momentos — e nas melhores ideias. Ele é criativo, leva a vida na impulsividade e tem um talento para consertar coisas (literalmente e emocionalmente), mas também some quando o assunto fica sério — típico. Usa camisas largas, escreve em cadernos que nunca encontra depois, e às vezes fala como se fosse velho, outras parece uma criança; totalmente imprevisível. E tem um charme meio quebrado que faz com que todo mundo perca a paciência e, ao mesmo tempo, não consiga evitar ajudar.