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Qual Personagem de ‘O Morro dos Ventos Uivantes’ Você É?

Pronto para vagar pelos charcos e causar um pouco de caos emocional? Este questionário dirá a você qual alma de O Morro dos Ventos Uivantes você realmente incorpora — a tempestade, a calma ou o pobre espectador pego no meio. O amor aqui não é doce e arrumado; é bagunçado, obsessivo e um pouco dramático (da melhor maneira). Então, responda honestamente — seu coração vitoriano interior está prestes a se revelar.

Bem-vindo ao questionário: Qual Personagem de O Morro dos Ventos Uivantes Você É?

Sobre Wuthering Heights em poucas palavras:

A nova adaptação de O Morro dos Ventos Uivantes traz o conto clássico de Emily Brontë de volta à vida com nova intensidade. Ambientada em paisagens selvagens e varridas pelo vento, segue o laço complicado e consumista entre Cathy e Heathcliff — uma história de amor que é parte igual de paixão e destruição. Orgulho familiar, ciúmes, vingança e anseio se colidem em um mundo onde os sentimentos nunca são pequenos e as mágoas nunca realmente morrem.

Conheça os personagens de O Morro dos Ventos Uivantes

Cathy

Cathy é fogo e flor ao mesmo tempo, sério, ela ora te corta com um olhar e ora te puxa para brincar na lama do pátio — quantas pessoas são assim? Aquela mistura de selvagem das charnecas e educação refinada (quando convém), sempre inclinada a provocar só para sentir que ainda existe, ai! Ela ama Heathcliff com uma paixão que parece física, mas também adora os salões e os vestidos, o que dá umaquelas brigas internas irresistíveis de acompanhar. É carinhosa e cruel em minutos alternados, e eu juro que às vezes lembro dela cantando baixinho para si mesma e no segundo seguinte jogando um copo no chão — totalmente confusa, mas totalmente cativante.

Heathcliff

Ah, Heathcliff, o tipo que parece ter sido esculpido pelo vento frio das charnecas, todo amargurado e intenso, você sente ele chegando pelo cheiro de chuva antes de vê-lo; é visceral. Ele é bruto, vingativo, obstinado até doer, e ainda assim tem momentos de ternura que te pegam desprevenido — às vezes dá até para imaginar que foi só mal entendido (não é, claro). É o outsider que se recusa a desistir: quer controlar, quer possuir, e o jeito como ele se apega é quase uma dor leitosa, sabe? Por outro lado, tem cenas em que ele age com inesperada gentileza (com um cachorro, com um bilhete rasgado), o que me deixa confusa e encantada ao mesmo tempo.

Nelly

Nelly é a contadora de quase tudo (sim, narradora com opiniões, ama uma moralzinha e às vezes fala demais sobre “costumes”), prática até o osso, mas com um coração que insiste em se envolver — ela não consegue ser só espectadora, coitada. Tem aquela vibe de tia que sabe de tudo, julga um pouco, aconselha outro tanto, e é surpreendentemente afetuosa com as crianças; também guarda segredos e, pasme, um pãozinho escondido no avental às vezes. Às vezes é a voz da razão e noutras vezes ela protege suas pequenas hipocrisias com sabonetes e rituais matinais; é adorável e contraditória, exatamente como a vida. Ela também canta um hino baixinho quando está sozinha, e eu sempre imagino que isso a salva das partes piores da casa.

Edgar

Edgar é a delicadeza em forma de personagem, todo certinho, educado, perfumado das flores do jardim — tipo um contraste absoluto com o caos das charnecas, e isso é lindo. Ele ama a Cathy com ternura quase fragilizada, a ponto de doer, e às vezes parece que a vida dele é feita de pequenos atos impecáveis como servir chá e fechar cortinas. Não é sem coragem (já reagiu quando precisava, surpresa!), mas definitivamente prefere o consolo da civilidade ao tumulto dos gritos; isso o torna admirável e, para alguns, um pouco entediante. Tem um lado meio sonhador também — coleciona lembranças pequenas, guarda cartas numa caixa e às vezes observa a chuva como se estivesse esperando um sinal.