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Qual Personagem de ‘DTF St. Louis’ Você É?

As coisas estão prestes a ficar bagunçadas — no estilo de drama suburbano. Este questionário te coloca diretamente no estranho, desconfortável e às vezes hilário mundo de DTF St. Louis. Todos nesta história estão em busca de algo: emoção, atenção, fuga… ou talvez apenas uma pequena faísca no meio de uma crise de meia-idade. Responda a algumas perguntas e veremos qual personalidade desse caótico pequeno universo mais se parece com você.

Bem-vindo ao questionário: Qual Personagem de DTF St. Louis Você É?

Sobre DTF St. Louis em poucas palavras:

DTF St. Louis é uma série de comédia negra sobre amizade, tentação e o tipo de más decisões que começam pequenas e saem completamente do controle. A história acompanha um grupo de adultos de meia-idade presos em vidas confortáveis, mas dolorosamente monótonas. Quando um aplicativo de encontros prometendo “empolgação sem consequências” entra em cena, as coisas rapidamente se complicam. Acontecimentos, segredos e egos feridos se acumulam até que toda a situação se torne algo muito mais sombrio — incluindo uma morte suspeita.

Conheça os personagens de DTF St. Louis

Clark

Clark é aquele tipo que parece que vai organizar metade da cidade só com um bloco de notas e um sorriso meio torto. Super prático e meio nerd social, ele adora planilhas mas às vezes some por horas porque “vai só resolver uma coisinha” — que nunca é só uma coisinha. Vive colecionando bilhetes de ônibus antigos e jura que cada um tem uma história, e sim, ele também escreve poemas ruins às 3 da manhã. Tem a paciência de santo com todo mundo, até explodir de vez em quando, mas depois oferece café e segue em frente como se nada tivesse acontecido.

Floyd

Floyd é o curinga: ao mesmo tempo rabugento e de um carinho inesperado, tipo um tio que conserta tudo com fita isolante e filosofia de vida. Trabalha com as mãos — mecânico, pintor, whatever — e tem dedos manchados permanentemente de alguma tinta que nunca sai, segundo ele. Tem um hobby bizarro de plantar flores em latas velhas e escuta música clássica alto no rádio do caminhão; contraditório, eu sei, e ele ri disso. Fala pouco, mas quando fala solta pérolas que ninguém viu vindo, e é quase impossível não confiar nele quando as coisas ficam complicadas.

Carol

Carol é energia pura, uma líder natural que também é meio caos ambulante — guarda tudo em gavetas desorganizadas mas sabe exatamente onde está cada plano para a comunidade. Tem voz de quem anima qualquer festa e faz karaoke com tanta intensidade que você acha que ela escreveu a música; ao mesmo tempo ela monta planilhas de orçamento com caneta de cor, sério. É mega protetora das pessoas ao redor, mas às vezes usa chantazinho emocional leve, tipo “se você não vem eu canto sozinho”, e claro que funciona. Tem uma coleção de cactos com nomes e guarda bilhetes de shows num pote na cozinha; sensível e meio dramática, e a gente ama isso.

Homer

Homer é praticamente um arquivo ambulante de histórias locais, sempre com uma anedota que começa com “quando eu era jovem…” e termina em algo totalmente diferente, e você vai rir de qualquer jeito. É meio esquecido, perde o relógio, esquece onde estacionou a bicicleta, mas nunca esquece de aliviar uma situação com um conselho surpreendentemente sábio e muitas vezes inútil. Ama rosquinhas mais do que qualquer pessoa deveria, toca gaita em dias de chuva e tem uma risada que contagia; tem também um estranho trauma com pombos, não sei por quê. Tem cara de que já viveu trinta vidas e, honestamente, talvez tenha — é o tipo de pessoa que você chama quando precisa lembrar das coisas que importam.