Qual personagem de Da Vinci’s Demons você é?
Entre no mundo das intrigas renascentistas e descubra qual figura inesquecível combina com a sua personalidade. Você é movido por ideias brilhantes, ambição política, lealdade inabalável ou charme perigoso? Responda a algumas perguntas divertidas e descubra qual personagem reflete suas forças, falhas e ambições — tudo isso em meio a uma atmosfera de conspiração, poder e segredos.

Sobre “Da Vinci’s Demons”
Neste drama de fantasia histórica, Da Vinci’s Demons reimagina a vida inicial de Leonardo da Vinci. Misturando a verdadeira história do Renascimento com mistério, conspirações políticas, sociedades secretas e aventura empolgante, a série acompanha o jovem gênio enquanto ele luta para desvendar invenções impossíveis, navegando por famílias rivais, romance proibido e conhecimentos ocultos que poderiam remodelar o mundo.
Conheça os personagens de Da Vinci’s Demons
Leonardo Da Vinci

Leonardo é aquele tipo de gênio que parece estar sempre com a cabeça em mil coisas ao mesmo tempo, e de algum jeito isso funciona. Ele é curioso, inventivo, meio obsessivo às vezes, mas também tem um charme bem despretensioso, como se estivesse só “brincando” com ideias que acabam mudando tudo. Tem horas que ele parece super confiante, quase arrogante, e em outras dá pra sentir que ele tá improvisando e tentando não deixar ninguém perceber. No fim, ele é a alma criativa e inquieta de Da Vinci’s Demons, sempre puxando a história pra frente com aquela mistura de brilhantismo e caos.
Zoroaster

Zoroaster tem uma energia meio estranha e impossível de ignorar, sabe? Ele é afiado, sarcástico, muito esperto, e ao mesmo tempo tem aquele jeitão de quem tá sempre observando mais do que falando — embora, quando fala, geralmente manda alguma coisa que deixa todo mundo meio sem reação. Parece imprevisível, mas não é exatamente bagunçado; tem método ali, só que bem escondido atrás de piadas secas e uma postura relaxada. E eu juro que ele às vezes passa uma vibe de “não me importo com nada”, mas depois faz algo absurdamente leal, então pronto, complicadíssimo e ótimo.
Nico

Nico é o coração mais prático da bagunça, aquele personagem que tenta manter tudo de pé enquanto todo mundo ao redor tá vivendo no modo caos. Ele é leal, resistente e tem uma coragem meio silenciosa, nada espalhafatosa, mais do tipo que aparece quando precisa mesmo. Tem também um lado mais duro, fechado, que às vezes faz ele parecer mais distante do que realmente é — porque ele sente bastante, só não fica fazendo espetáculo disso. E, sinceramente, isso deixa ele bem humano, né? Um cara firme, confiável, mas com rachaduras interessantes por baixo da superfície.
Lucrezia Donati

Lucrezia tem uma presença elegante e meio perigosa, tipo alguém que sorri bonito demais pra ser totalmente inocente. Ela é inteligente, estratégica e sabe exatamente como se mover num mundo cheio de homens convencidos de que mandam em tudo — o que, honestamente, é sempre divertido de ver. Ao mesmo tempo, ela não é só frieza e cálculo; tem um lado emocional, vulnerável até, que aparece em pequenos momentos e pega desprevenido. E acho que é isso que faz ela funcionar tão bem: ela parece delicada às vezes, mas também pode ser muito mais afiada do que qualquer um imagina.
Girolamo Riario

Girolamo Riario é aquele vilão que entra na sala e já deixa tudo mais pesado, porque ele simplesmente adora controle. Ele é ambicioso, cruel quando precisa ser, e tem uma confiança quase irritante de quem realmente acredita que nasceu pra mandar em todo mundo. Mas o mais interessante é que ele não é só “malvado por ser malvado” — tem orgulho, obsessão, paranoia, uma coisa meio febril que o deixa ainda mais perigoso. E, sinceramente, às vezes ele parece completamente frio, mas em outros momentos dá pra sentir que ele tá sempre à beira de explodir.
Lorenzo Medici

Lorenzo Medici tem aquele brilho de poder refinado, sabe? Ele é político, inteligente, calculista, mas não no sentido seco — ele sabe ser charmoso, sabe sorrir, sabe parecer calmo mesmo quando tá claramente pensando dez passos à frente. Tem uma autoridade natural nele, só que não é uma autoridade barulhenta; é mais daquele tipo que ocupa espaço sem precisar gritar. E ainda assim existe uma coisa meio contraditória nele, porque às vezes ele parece quase paternal, quase generoso, e em outras fica cristalino que ele joga o jogo do poder com gosto.

A paixão de Lily por a arte de contar histórias brilha em seu trabalho, seja discutindo arcos de personagens ou criando quizzes que exploram o coração dos fandoms. Ela é conhecida por suas perguntas bem pensadas e cuidadosamente elaboradas, que fazem as pessoas se sentirem parte da história. Com um olhar atento aos detalhes e um amor pelo desenvolvimento de personagens, os quizzes de Lily proporcionam experiências memoráveis para os fãs, convidando-os a descobrir novos aspectos de si mesmos.





