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Qual Personagem de ‘Hoppers’ Você É?

Pronto para pular para o lado selvagem das coisas? Este quiz é sua chance de descobrir qual personalidade dos Hoppers combina com a sua vibe. Talvez você seja o sonhador corajoso tentando salvar o dia, talvez você seja a mente inteligente por trás das grandes ideias, ou talvez você seja... bem, um pouquinho caótico com grandes ambições. Responda a algumas perguntas e veja qual personagem da estranha ecoaventura da Pixar se parece com seu animal espiritual.

Bem-vindo ao questionário: Qual Personagem de Hoppers Você É?

Sobre Hoppers em poucas palavras:

Hoppers é uma aventura animada colorida sobre Mabel, uma estudante amante da natureza que descobre uma tecnologia que permite aos humanos “pular” suas mentes para animais robóticos. Naturalmente, ela salta para o corpo de um castor e mergulha direto no mundo animal. As coisas ficam complicadas rapidamente quando ela descobre que um prefeito ganancioso planeja destruir uma clareira na floresta, e de repente ela se vê presa entre humanos, animais e uma revolta de insetos muito intensa.

Conheça os personagens de Hoppers

Mabel

Mabel é aquele tipo de personagem que explode energia assim que entra na sala — barulhenta, carinhosa e com um senso de humor que às vezes te salva e às vezes te envergonha por dias. Meio bagunceira, mas secretamente obcecada por organização (sim, ela tem uma caixa com etiquetas coloridas e também um armário caótico), vive inventando planos improváveis que, surpreendentemente, funcionam. Tem um fraco por doces estranhos e por dizer a coisa errada no momento certo, e jura que nunca chora em público — exceto quando chora em público, claro. Ah, e sempre tem um acessório ridículo, tipo uma tiara de plástico com anteninhas, porque por que não?

King George

King George acha que nasceu com uma coroa colada na cabeça — imponente, dramático e apaixonado por tradição, mas com um senso de humor seco que corta qualquer tensão. Ele fala como se todas as palavras tivessem sido escolhidas à mão e guarda mapas e protocolos antigos como se fossem relíquias (e provavelmente tem uma coleção de canetas muito chique). Apesar da pose real, é surpreendentemente pezinhos-no-chão quando precisa ser — generoso com aliados, cruel com quem o trai, às vezes até indeciso sobre o próprio chá (verde ou preto? uma tragédia!). Ah, e tem um pombo de estimação que atende por um nome ridículo e aparece em cerimônias, claro.

Mayor Jerry Generazzo

O Prefeito Jerry é o político carismático que fala demais, gesticula demais e tem um sorriso que convence metade da cidade de coisas conflitantes — ele é prático, teatral e meio exagerado, tipo um apresentador de auditório com gravata. Gosta de parecer infalível (e tem uma sala cheia de troféus que nem sempre sabe explicar), mas também tem um lado humano estranho: assina petições de bairro às três da manhã e faz bolos para arrecadação (sim, ele cozinha!). Às vezes passa a impressão de que está tramando algo grande e, outras vezes, realmente só está tramando uma reforma de parque — duas possibilidades não excludentes. E, sério, não subestime a habilidade dele com planilhas; é quase poético.

Dr. Sam

Dr. Sam é o cientista médico que parece calmo até a cena ficar caótica — racional, curioso e um pouco obcecado por descobrir “como as coisas funcionam” (inclusive as pessoas, meio sem querer). Tem um laboratório que é igual a um campo de batalha de ideias: anotações por todo lado, canecas de café antigas e um quadro branco que ninguém mais entende, mas ele jura que está tudo sob controle. É empático demais pra um cientista, sempre colocando a mão no ombro de quem precisa, e, curiosamente, toca ukulele nas horas vagas — sim, ele toca mal e isso é adorável. Ah, ele diz que dorme oito horas por noite; a verdade é que às vezes trabalha até de madrugada e come miojo às 2h, porque prioridades.

Insect King

O Insect King é tipo o vilão que você ama odiar — majestoso, inquietante e com um exército de insetos que obedece só porque sim (ele fala com eles como se fossem conselheiros antigos). Ao mesmo tempo que impõe medo, tem um lado poético e melancólico — discursos longos sobre ordem natural e pequenas nuances de mundo, o que é estranho vindo de alguém com antenas de liderança. Tem manias curiosas, tipo colecionar casquinhas de ovo (não pergunte) e reclamar do cheiro de flores, mas também citar Shakespeare no meio de uma investida, o que, admita, é genial. E, confissão: parece que às vezes se distrai com brilho de qualquer coisa e perde metade dos seus planos por cinco minutos — humano demais? talvez.