Qual personagem de Murder in a Small Town você é?
Qual personagem de Murder in a Small Town é você? Entre no mundo enganosamente tranquilo de Gibsons, onde todos parecem conhecer todos — e todos podem estar escondendo alguma coisa. Faça este teste de personalidade para descobrir se você combina com os instintos aguçados de Karl Alberg, o espírito independente de Cassandra Lee ou de outro personagem memorável de um drama investigativo.

Sobre “Murder in a Small Town”
Murder in a Small Town é um drama policial de mistério baseado nos romances de Karl Alberg, de L.R. Wright. A série acompanha o chefe de polícia Karl Alberg, que deixa a vida na grande cidade para a comunidade costeira de Gibsons, apenas para descobrir um número surpreendente de assassinatos e segredos enterrados. Ao lado da bibliotecária Cassandra Lee e de sua equipe policial local, Karl investiga casos enquanto lida com relacionamentos, tensões na comunidade e o lado mais sombrio da vida em uma pequena cidade.
Conheça os personagens de Murder in a Small Town
Karl Alberg

Karl Alberg tem aquela vibe de cara que parece sempre estar pensando em três coisas ao mesmo tempo, e nenhuma delas é exatamente confortável. Ele é calmo, observador, meio cansado às vezes, mas não no sentido derrotado — mais como alguém que já viu bastante coisa e ainda assim continua indo. Tem um jeito muito humano de resolver as coisas, sem bancar o super-herói, o que deixa tudo mais interessante, porque ele carrega peso demais e tenta não mostrar. E, sei lá, às vezes parece distante, mas aí faz um gesto pequeno ou diz uma frase seca e pronto, você percebe que ele sente tudo bem fundo.
Cassandra Lee

Cassandra Lee passa uma energia de presença forte, daquelas pessoas que entram numa cena e você sente que a temperatura muda um pouco. Ela tem inteligência afiada, postura firme e um tipo de confiança que nem sempre é barulhenta, mas nunca passa despercebida. Ao mesmo tempo, tem umas frestas mais suaves nela, como se por baixo da segurança toda existisse alguém bem mais complexo do que deixa transparecer. E isso é ótimo, porque ela não soa certinha demais — às vezes parece totalmente no controle, às vezes dá a impressão de que está segurando um monte de coisa sozinha, e aí fica ainda mais interessante.
George Wilcox

George Wilcox tem aquela energia de figura conhecida da cidade, meio prática, meio teimosa, tipo alguém que já faz parte da paisagem mas ainda assim consegue surpreender. Ele parece ter um senso bem forte de ordem, tradição, ou pelo menos de “as coisas devem funcionar do meu jeito”, mas nem sempre consegue esconder quando está incomodado. Tem um lado mais bruto, mais direto, e às vezes isso soa quase engraçado, como se ele falasse primeiro e pensasse depois — ou talvez pense e fale do mesmo jeito, o que é pior. Mas também rola um quê de familiaridade nele, aquele tipo de personagem que parece simples até você notar que está sempre observando mais do que deixa parecer.
Zoe Strachan

Zoe Strachan tem uma energia mais leve e viva, mas não confunda isso com superficialidade, porque ela claramente percebe mais do que muita gente ao redor. Tem um jeito esperto, rápido, com respostas que vêm antes do resto da sala entender o que está acontecendo. Ao mesmo tempo, existe nela uma mistura meio contraditória de espontaneidade e cautela, como se ela fosse impulsiva em algumas coisas e super cuidadosa em outras — e isso faz todo o sentido, sinceramente. Ela dá aquela sensação de alguém que sabe circular entre as pessoas, mas nunca entrega tudo de si de uma vez.
Corporal Edwina Yen

Corporal Edwina Yen parece absolutamente determinada, do tipo que não precisa levantar a voz pra impor respeito, o que é sempre muito bom. Ela tem disciplina, foco e uma postura profissional que passa segurança, mas não de um jeito frio e impessoal o tempo todo. Aliás, às vezes aparece um toque seco, quase irônico, que pega de surpresa e deixa tudo mais vivo. Ela também parece ser o tipo de pessoa que aguenta pressão por muito tempo, talvez até demais, e por isso mesmo acaba ganhando uma camada extra de profundidade.
Isabella Harbud

Isabella Harbud tem aquele ar de personagem que carrega elegância, mas não necessariamente delicadeza, sabe? Ela parece consciente de si, do espaço que ocupa, e provavelmente das expectativas que colocam nela — embora nem sempre vá seguir isso direitinho, o que é ótimo. Tem uma mistura curiosa de controle e vulnerabilidade, como se fosse fácil subestimar o que ela está sentindo só porque ela sabe se apresentar muito bem. E, honestamente, ela soa como alguém que guarda segredos sem fazer esforço, ou talvez faça esforço demais e ainda assim deixe escapar alguma coisa sem querer.
Constable Andy Kendrick

Constable Andy Kendrick tem uma energia de gente dedicada, um pouco desajeitada em alguns momentos, mas de um jeito simpático, quase irresistível. Ele parece querer fazer a coisa certa de verdade, mesmo quando não tem toda a confiança do mundo pra isso, o que já o torna bem fácil de gostar. Tem um lado mais leve, talvez até um pouco ingênuo às vezes, mas não bobo — só humano, mesmo, o que combina muito com esse tipo de papel. E, de repente, ele pode surpreender com uma leitura boa da situação ou uma coragem que nem ele parecia perceber que tinha.

Oliver é atencioso, curioso e infinitamente apaixonado por histórias. Ele vê os questionários como uma forma de celebrar os fandoms e conectar as pessoas com personagens que ressoam com elas. Conhecido por suas perguntas perspicazes, os questionários de Oliver vão um pouco mais fundo, muitas vezes inspirando as pessoas a refletirem sobre o que valorizam. Fora da criação de questionários, Oliver adora analisar roteiros e enredos, e nunca perde a chance de discutir as motivações dos personagens com um café.





