Poder, paixão e decisões ruins dignas da realeza estão esperando na corte. Este quiz de personalidade convida você ao mundo de um drama luxuoso sobre os Tudors, onde a ambição ferve e todo mundo parece estar a uma observação inteligente de entrar em apuros. Responda com honestidade e você descobrirá qual personalidade cortesã mais combina com a sua — especialmente se você gosta de histórias de época cheias de intrigas.
Sobre The Tudors
Esta série épica acompanha a vida escandalosa de um jovem rei cujos desejos pessoais se tornam problema de todo mundo. Seus casos amorosos, a necessidade intensa de ter um herdeiro masculino e sua sede inquieta por poder abalam o casamento, desafiam a igreja e reverberam muito além dos muros do palácio. É grandiosa, dramática e deliciosamente caótica naquele tipo de “por favor, nunca me deixe ser da realeza”, misturando intrigas de poder com um toque de paixão proibida .
Perfis dos personagens de The Tudors
King Henry VIII

Henry VIII é aquele tipo de personagem que entra numa sala e pronto, tudo muda de eixo, sabe? Tem um carisma gigantesco, uma energia meio teatral, e ao mesmo tempo parece sempre a um passo de fazer alguma coisa absurda só porque quer. Ele pode ser encantador, cruel, generoso, paranoico, tudo meio misturado — e às vezes numa mesma cena, sinceramente. É o coração turbulento de The Tudors, aquele rei que quer ser amado, obedecido e temido, de preferência tudo junto, e sem ninguém discutir.
Charles Brandon

Charles Brandon tem aquela vibe de amigo leal que também é um problema ambulante, o que é uma combinação perigosíssima e muito divertida de ver. Ele é impulsivo, simpático, corajoso demais em algumas horas e estranhamente relaxado em outras, como se a vida toda fosse meio improviso. Tem um charme muito fácil, quase irritante de tão natural, mas também sabe ser sério quando precisa — ou quando a situação finalmente para de aceitar brincadeira. Em The Tudors, ele funciona como alguém que traz calor humano, caos e uma certa fidelidade teimosa que nunca parece totalmente previsível.
Thomas Cromwell

Thomas Cromwell é frio, afiado e extremamente inteligente, daquele jeito que dá até uma sensação de perigo quando ele fica em silêncio. Ele observa tudo, junta peças que mais ninguém percebe e parece sempre estar dez passos à frente, mesmo quando o mundo inteiro acha que ele só está sendo discreto. Só que ele não é só máquina de estratégia, não — tem uma tristeza contida aí, uma dureza que parece vir de muito mais do que ambição. Em The Tudors, ele é o tipo de figura que move o tabuleiro inteiro sem precisar levantar a voz, e isso é assustador e fascinante ao mesmo tempo.
Ambassador Bishop Chapuys

O Bishop Chapuys é praticamente a personificação da paciência diplomática... mas com um nível de julgamento silencioso que é muito engraçado de acompanhar. Ele observa a corte inglesa com um olhar meio incrédulo, meio cansado, como se estivesse vendo uma bagunça que já sabia que ia acontecer. Tem uma inteligência política muito sólida, e ao mesmo tempo carrega aquela aura de homem que sabe demais e confia de menos — ou talvez desconfie de tudo, depende do dia. Em The Tudors, ele funciona como uma presença afiada, elegante e um pouco amarga, sempre medindo cada palavra enquanto por dentro provavelmente está a um passo de desistir de todo mundo.
Mary Tudor

Mary Tudor tem uma presença intensa, daquelas que não passam despercebidas nem quando tentam. Ela é orgulhosa, ferida, determinada, e carrega uma força emocional que às vezes parece se transformar em rigidez, mas nunca em fraqueza. Tem uma espécie de nobreza triste nela, como se estivesse sempre lutando para manter a cabeça erguida mesmo quando o mundo insiste em empurrá-la. Em The Tudors, Mary é uma personagem que mistura vulnerabilidade e firmeza de um jeito bem humano, e isso faz ela ficar na cabeça da gente por muito tempo.
Chamberlain

O Chamberlain é aquele personagem de bastidor que parece sempre estar ouvindo, avaliando e segurando a própria opinião por puro instinto de sobrevivência. Ele tem uma formalidade quase automática, mas também uma sagacidade meio seca, como quem já viu de tudo e não se impressiona facilmente. Não é o centro do furacão, claro, mas é exatamente o tipo de figura que ajuda a manter a máquina andando — ou pelo menos tentando. Em The Tudors, ele traz aquela energia de corte, protocolo e tensão constante, tipo alguém que sabe que um passo errado pode virar desastre total.







