Se você já se perguntou que tipo de alter ego de agente secreto teria nas profundezas das trincheiras da Guerra Fria, você está no lugar certo. Esta pequena viagem de personalidade o lançará no mundo dos Ponies — um drama de espionagem estiloso cheio de reviravoltas, perigos e amizades improváveis. Pense nisso como uma oportunidade para ver se você é mais um decifrador de códigos habilidoso, um buscador de verdades destemido, ou o coringa encantador que o KGB nunca viu chegando. Se esse clima de intriga te atrai, vale explorar mais histórias de espionagem e segredos bem guardados.
Sobre Ponies
Ponies te leva a Moscovo em 1977, onde duas esposas americanas de agentes da CIA de repente se veem em uma situação muito complicada. Após a morte de seus maridos em circunstâncias misteriosas, Bea e Twila convencem a Agência a deixá-las trabalhar como agentes infiltradas — porque quem melhor para passar despercebido do que pessoas que ninguém suspeita? Elas se envolvem em espionagem, jantares diplomáticos estranhos, conspirações perigosas e mais do que algumas risadas, tudo enquanto tentam descobrir o que realmente aconteceu com seus cônjuges, num cenário carregado de contexto histórico .
Perfis dos personagens de Ponies
Beatrice Grant

Beatrice é aquele tipo de personagem que parece ter saído de um romance antigo: elegante, meio enigmática e com um sorriso que esconde muita história. Dona de um senso de humor seco que cai do céu quando menos se espera — sério, às vezes solta uma piada que ninguém pediu e a sala inteira ri. Costuma ser a voz da razão, mas também tem um impulso insano de comprar plantas carnívoras às duas da manhã (não pergunte por quê). Ah, e ela coleciona marcadores de livro; alguns dizem que ela tem um por cada pessoa que conheceu, o que pode ser dramático ou só… bem, lógico.
Twila Hasbeck

Twila é a amiga que todo mundo quer por perto: calma, um pouco sonhadora, com uma risada tímida que te faz querer proteger ela e também rir com ela. Trabalha num lugar meio místico (biblioteca, estúdio, quartinho de chá — depende do dia) e fala com as plantas como se fossem vizinhas — e elas respondem, juro. Tem um talento secreto para transformar restos de coisas em arte incrível; recicladora por vocação, artista por acidente. Às vezes parece distraída, outras vezes parece saber exatamente quando entrar na conversa; meio contraditória, e é isso que a torna adorável.
Dane Walter

Dane chega como aquele misto de "garoto-problema" e "salvador inesperado" — músculos, sarcasmo e uma ferida antiga que ele cobre com piadas. No fundo é superleal, daqueles que dá a camisa (literalmente, às vezes empresta a sua sem pensar), mas reclama depois como se fosse um grande sacrifício. Ama trilhas e café forte, e tem uma coleção ridícula de canecas com slogans cafonas — tipo, ele coleciona cafonices com muito orgulho. Pode parecer fechado, mas se você ganha a confiança dele, prepare-se para histórias enormes e detalhes que ele nem deveria lembrar; contraditório e humano.
Andrei Vasiliev

Andrei tem aquele ar sofisticado, meio formal, fala pouco e tudo soa calculado — e mesmo assim às vezes solta um comentário absurdamente bobo que derruba a seriedade toda. Misterioso? Sim. Charme frio? Também. Passa a impressão de ser um estrategista, mas na verdade ele tricota nos intervalos (sério, um cachecol nunca é só um cachecol) e guarda receitas de compota num caderninho. É o tipo que resolve crises com calma e caneca de chá, e fica irritantemente eficiente quando ninguém mais sabe o que fazer.
Cheryl Symanski

Cheryl é pura energia: barulhenta, entusiasmada, tipo aquele sol que te arrasta pra fora da cama sem pedir licença. Ela fala rápido, gesticula mais rápido ainda, e tem ideias demais — algumas maravilhosas, outras tão loucas que você aplaude só por coragem. Impossível não notar que ela é completamente dedicada aos amigos, até demais, e às vezes exagera no drama como se fosse filme; às vezes é dramática, às vezes é incrível; escolha sua aventura. Ah, e ela guarda bilhetes antigos num pote (motivo sentimental ou mania? um pouco dos dois).







