Avançar para o conteúdo

Qual personagem de ‘A Mulher do Viajante do Tempo’ você é?

    Qual personagem de ‘A Mulher do Viajante do Tempo’ você é?

    Você já se perguntou qual personagem da série de TV A Mulher do Viajante do Tempo você mais se parece? Agora você pode descobrir com o nosso divertido quiz! Desde a aventureira e espontânea Clare até o romântico e dedicado Henry, cada personagem traz sua própria personalidade única para o show. Se você gosta de histórias de amor cheias de reviravoltas e saltos pelo tempo, clique no botão Iniciar abaixo para descobrir qual personagem de A Mulher do Viajante do Tempo você é mais parecido.

    Bem-vindo ao questionário: Qual personagem de A Mulher do Viajante do Tempo você é?

    Sobre The Time Traveler’s Wife em poucas palavras:

    A série de televisão de ficção científica romântica The Time Traveler’s Wife é baseada no romance de mesmo nome de Audrey Niffenegger. O show segue a história de Henry DeTamble, um homem com uma rara doença genética que o faz viajar no tempo de forma incontrolável, e sua esposa Clare Abshire, que deve aprender a navegar em seu relacionamento único e os desafios que ele traz. A série explora temas de amor, destino e as consequências de nossas ações, tudo em meio a uma história de romance marcada por surpresas e emoção.

    Conheça os personagens de A Mulher do Viajante do Tempo

    Clare Abshire

    Clare é aquele tipo de personagem que você quer abraçar e ao mesmo tempo arrancar os cabelos por amor — romântica, teimosa e incrivelmente prática quando precisa (ela aprende a costurar corações e cicatrizes). Ela tem uma paciência gigantesca com o absurdo da vida, mas também um fogo quieto que aparece quando alguém a desafia; é narradora dos próprios afetos e, sei lá, às vezes lembro dela com um colar, às vezes com luvas de jardinagem — ambas fazem sentido. É sentimental sem ser melosa, fiel sem ser submissa, e cultiva memórias como se fossem pequenas plantas que precisa regar todo dia. Ah, e detalhe bobo: jura que nunca esquece um rosto, mas perde sempre as chaves — típica.

    Henry DeTamble

    Henry é ao mesmo tempo um poeta atrapalhado e um mistério ambulante — encantador, impulsivo e absolutamente afundado em culpa, mas com uma ternura que desmonta qualquer pessoa sensata. Viajante do tempo? Sim, e isso o marca: ele tem histórias demais para contar e também segredos demais para dividir (e às vezes conta no momento mais inoportuno, claro). Adora coisas simples, tipo revistas em quadrinhos ou consertar coisas pequenas, e tem aquele cheiro de aventura e óleo de motor às vezes, engraçado né? Ele é complexo, ferido, corajoso às vezes, covarde noutras, e tudo isso faz dele impossível de esquecer.

    Gomez

    Gomez é aquele personagem coadjuvante que você adora porque sempre chega com uma piada meio fora de hora e um conselho que, surpreendentemente, funciona. Não é grande em promessas dramáticas, mas tem presença; um apoio prático, mão na roda, talvez meio sarcástico — adoro esse jeito. Às vezes parece duro, às vezes parece que guarda um segredo doce, e eu juro que uma vez li que ele coleciona selos, mas não tenho certeza (ou talvez seja canecas, vai saber). No fundo ele é estável, e a história precisa de alguém assim, mesmo que a gente prefira os protagonistas caóticos.

    Charisse

    Charisse aparece com aquele ar de quem viveu várias versões da própria vida e traz na bagagem ressentimentos e ternuras (às vezes na mesma mala, confuso). É intensa, possivelmente impulsiva, e tem opiniões firmes sobre como as coisas deveriam ser — o que complica as relações, claro. Às vezes é muito prática, às vezes dramática, e é exatamente essa mistura que a torna real, irritante e fascinante ao mesmo tempo. Ah, e tem um olhar que, segundo minha memória seletiva, poderia ser descrito como “penetrante” ou “cansado”, dependendo do dia.

    Philip Abshire

    Philip soa como alguém que tenta ser o pilar tranquilo da família, sabe? Tem maneiras sólidas, meio antiquadas às vezes, e um humor seco que aparece quando você menos espera. Ele faz favores práticos, recolhe problemas como quem junta pedras para a coleção — não tanto por maldade, mais por não saber lidar com o imprevisível. Também lembro que gosta de jardinagem (ou será carpintaria? de novo minha memória é traço), mas o ponto é: é um personagem firme e, contra a aparência, com afeto escondido.

    Lucille Abshire

    Lucille é calor humano em forma de pessoa; maternal, intensa e com um senso de humor cortante que você respeita imediatamente. Ela protege quem ama com unhas e dentes, mas também com conselhos diretos e, às vezes, um pouco invasivos — tipo aquela tia que te examina a vida inteira. Tem um lado doce e outra faceta completamente sardônica, e por isso é tão fácil amá-la e ficar irritado com ela ao mesmo tempo. Detalhe inútil e fofo: ela sempre parece ter um chá pronto, mesmo quando não, e às vezes usa meias diferentes porque “quem repara nisso, afinal?”.

    Alicia Abshire

    Alicia dá a impressão de ser sensível e observadora, aquela pessoa que vê pequenos detalhes que ninguém mais nota e guarda tudo como se fossem pistas de um quebra-cabeça. Não é gritante nem galhofeira, mas tem sua força silenciosa — e quando decide agir, faz com firmeza. Às vezes parece tímida, às vezes surpreendentemente direta; meio contraditória, o que a deixa humana demais. E sim, às vezes penso nela com um caderno, escrevendo coisas pequenas, embora também a imagine rindo alto num domingo qualquer.

    Annette DeTamble

    Annette é aquela presença prática com um senso de responsabilidade quase militar, tipo “ok, vamos organizar a vida de todo mundo, começam por mim”. Tem um amor duro e protetor, e a coisa dela é colocar ordem no caos, o que pode ser heroico ou sufocante dependendo do ângulo. Às vezes ela é afetuosa, às vezes parece fria — e eu meio que acredito que ela tem um sorriso secreto que aparece só quando ninguém olha. E detalhe bobo: sempre me lembro dela com uma receita de bolo na mão, talvez porque conforto e controle combinam.

    Richard DeTamble

    Richard é um personagem que mistura charme burocrático com um pouco de vulnerabilidade escondida; ele tem aquele jeito de pessoa que explica tudo com calma e às vezes fala demais. É prático, leal à sua maneira, e se importa, só que nem sempre sabe demonstrar da forma mais óbvia — o que rende momentos constrangedores e, honestamente, adoráveis. Às vezes parece rígido, às vezes simpático, e essas oscilações o deixam surpreendentemente interessante. Ah, e imortalizei mentalmente que ele gosta de música clássica, mas pode ser invenção minha — ou uma pista bem colocada.

    Nell

    Nell é uma presença pequena e enorme ao mesmo tempo; frágil, curiosa e com uma humanidade que corta o peito (sim, estou sentimental agora). Tem uma inocência que é ao mesmo tempo doçura e tragédia, e cada cena com ela fica marcada na memória — aquele tipo de personagem que faz você respirar errado. Às vezes é travessa, às vezes calma além da conta, e há uma sensação constante de que vive num tempo próprio, o que é meio triste e meio belo. E só pra ser dramática: tem dias que eu juro que ela segura um brinquedo velho como se fosse um mapa de possibilidades.