Qual personagem de Sullivan’s Crossing você é?
Você está prestes a descobrir qual coração de Sullivan’s Crossing bate muito parecido com o seu. Talvez você seja a pessoa confiável em quem todos se apoiam, o espírito aventureiro em busca de um recomeço, ou a alma tranquila que mantém os outros com os pés no chão. Responda a algumas perguntas divertidas e descubra qual morador de the Crossing é o par perfeito para você neste universo de laços acolhedores e histórias emocionantes.

Sobre “Sullivan’s Crossing”
Sullivan’s Crossing é um drama emocionante baseado nos romances de Robyn Carr. Depois que sua carreira de sucesso desmorona, a neurocirurgiã Maggie Sullivan retorna ao acampamento de seu pai na zona rural da Nova Escócia, onde feridas antigas, novos romances e amizades de longa data remodelam seu futuro. Misturando drama familiar, charme de cidade pequena e cura emocional, a série acompanha personagens que aprendem que, às vezes, a melhor forma de seguir em frente é se reconectando com o lugar onde tudo começou; e, nesse caminho, há espaço para um romance que cresce de forma delicada.
Conheça os personagens de Sullivan’s Crossing
Maggie Sullivan

Maggie é aquela personagem que parece estar sempre tentando segurar o mundo com as duas mãos, mesmo quando tudo tá meio desmoronando, sabe? Ela tem uma energia intensa, inteligente, um pouco fechada no começo, mas com um coração que insiste em aparecer mesmo quando ela tenta esconder. Às vezes ela passa uma vibe super racional, quase fria, e no segundo depois já tá tomando decisões impulsivas só porque sente demais — é bem isso que deixa ela viva. No fim, Maggie acaba sendo o tipo de personagem que carrega a história nas costas sem fazer muito alarde, mas você sente.
Cal Jones

Cal Jones tem aquela presença tranquila que engana um pouco, porque ele parece simples à primeira vista, mas não é nem de longe. Ele é acolhedor, firme, paciente, e tem uma lealdade que bate forte, dessas que não precisam de discurso bonito pra existir. Ao mesmo tempo, rola nele uma energia prática, meio “vamos resolver isso agora”, mas com um lado gentil que aparece nos detalhes, tipo no jeito de escutar de verdade. Ele é meio o coração pé no chão da história, e isso funciona absurdamente bem.
Harry ‘Sully’ Sullivan

Sully é o clássico sujeito meio rabugento, meio carismático, que fala como se estivesse implicando com todo mundo, mas no fundo tá sempre prestando atenção em tudo. Ele tem aquela postura de homem experiente, resistente, com um passado que pesa e uma teimosia que não vai embora nunca — sério, nunca. Mas aí, do nada, ele solta uma observação seca que é mais afetuosa do que parece, e pronto, você percebe que tem muito mais ali. Sully é aquele personagem que reclama de ternura enquanto faz as coisas do jeito dele.
Frank Cranebear

Frank tem uma presença sólida, calma, quase como se ele fosse parte da paisagem de tão enraizado que parece ser. Ele passa uma sensação de sabedoria prática, de quem observa mais do que fala, mas quando fala, geralmente acerta em cheio. Tem algo nele que mistura firmeza com uma espécie de doçura discreta, sabe? Não é o tipo de personagem que se impõe gritando, ele chega devagar e fica.
Edna Cranebear

Edna é maravilhosa porque ela tem essa energia de quem já entendeu a vida melhor do que a maioria, mas ainda assim não perde a graça de cutucar um pouco. Ela pode parecer tranquila, organizada, até maternal, só que tem uma mordida afiada por trás de tudo isso — e eu adoro isso nela, sinceramente. Em certos momentos ela é quase a voz da razão, em outros parece que tá dizendo “eu avisei” só de olhar. É o tipo de personagem que dá equilíbrio à história sem ficar apagada nem um segundo.
Andrew Mathews

Andrew tem uma vibe mais certinha, mais controlada, tipo alguém que gosta das coisas no lugar e acha que emoção demais só atrapalha. Mas, claro, isso não dura muito, porque personagens assim sempre acabam mostrando rachaduras interessantes, e nele isso aparece em pequenas inseguranças e decisões meio tensas. Ele pode soar diplomático e até um pouco distante, só que tem uma camada de ambição e fragilidade que deixa tudo mais humano. Não é o mais escandaloso do elenco, mas definitivamente não passa despercebido.
Sydney Shandon

Sydney tem aquele jeitinho de quem entra numa cena com uma mistura de confiança e caos, e pronto, você já sabe que vai dar alguma coisa. Ela é intensa, esperta, muito mais complicada do que parece, e às vezes parece que tá sempre testando os limites das pessoas ao redor — talvez até os próprios, né? Tem um lado vulnerável ali, mas ele vem embrulhado em sarcasmo, postura e umas escolhas bem questionáveis. E honestamente? Isso faz parte do charme dela.
Phoebe Lancaster

Phoebe tem uma energia mais leve à primeira vista, mas não se engane, porque ela não é só fofura ou delicadeza. Ela costuma ser observadora, sensível, e tem aquele tipo de presença que percebe o clima de uma sala antes de todo mundo. Ao mesmo tempo, pode surpreender com uma firmeza quieta, como quem não precisa levantar a voz pra ser levada a sério. Ela é o tipo de personagem que vai crescendo dentro da história sem fazer barulho, e depois você percebe que virou essencial.
Walter Lancaster

Walter tem uma postura mais contida, mais elegante até, mas não no sentido de frio — é mais aquele jeito de quem mede bem as palavras e sabe exatamente como ser ouvido. Ele parece carregar um certo peso de responsabilidade, e isso dá a ele uma presença meio séria, meio difícil de decifrar. Mas há momentos em que ele solta uma ironia seca ou um comentário inesperado, e aí fica claro que existe mais personalidade ali do que parece. É um personagem de camadas, daqueles que ficam melhores quanto mais você presta atenção.
Connie Boyle

Connie é aquele tipo de pessoa que sabe tudo sobre todo mundo e provavelmente percebeu a história inteira antes de qualquer um admitir. Ela tem uma energia afiada, prática, bem atenta aos detalhes, mas também uma humanidade que aparece em pequenas coisas, às vezes quase escondida. Pode ser direta demais, sim, e talvez um pouquinho intrometida de vez em quando — mas honestamente, isso só deixa ela mais real. Connie é daquelas personagens que ocupam o espaço com personalidade, mesmo quando não estão no centro da cena.
Rob Shandon

Rob tem um jeitão mais bruto, mais impulsivo, como alguém que vive mais na ação do que na reflexão — o que, claro, costuma complicar tudo e ao mesmo tempo movimentar tudo. Ele pode parecer fechado ou até difícil de lidar, mas isso vem muito de orgulho, defesa e um monte de coisa mal resolvida por baixo. Tem uma energia meio instável nele, como se a qualquer momento ele pudesse surpreender todo mundo, pro bem ou pro caos, às vezes os dois. E é justamente por isso que ele chama atenção: nunca parece completamente simples.

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